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Delicioso abuso de minha inocência

(Postado por Ele) Todos nós somos inseridos na vida sexual de forma mais ou menos semelhante, onde o que difere é a percepção (ou leitura) psicológica que inferimos dos fatos, percepção esta que ocasionalmente marca e direciona muitas pessoas em sua vida sexual futura.

Fui inserido de uma forma um pouco diferente da maioria dos meus amigos, pois não foi por uma namoradinha, nem prostituta. Aos 14 anos, estava na antiga 8ª série do 1º grau e sempre andava com um grupo de amigos. T., C, M, e D. Não, não pense que comecei minha vida sexual com relações homosexuais, nunca tive relações homo (sou e sempre fui hetero, mas não tenho nada contra homos). 

Continuando, eu e meus amigos sempre nos divertíamos no recreio e após as aulas, seja jogando jogos de tabuleiro, jogando no Atari ou mesmo jogando futebol. Conversávamos sobre meninas também, principalmente as gatas (raparigas) do colégio. Em nosso imaginário, sempre vimos as meninas como a parte passiva nas relações, ou seja, nós meninos é quem deveríamos cantá-las, seduzí-las, conquistá-las e, depois disso, uma vez namorando, deveríamos ser nós a iniciá-las nos  prazeres sexuais. Isso sempre foi muito claro para nós, meninos da minha idade. Um desse amigos, o M., tinha uma irmã bem mais velha, na faculdade. Mas não foi com ela que se deram os fatos. Nós estávamos na faixa dos 14 a 15 anos e ela tinha uns 24, algo como 10 anos de diferença. Ela estudava na UFRJ e morava em um um apartamento alugado que dividia com uma amiga, da mesma idade.

Num dia "cotidianamente normal", eu e M. estávamos fazendo um trabalho juntos na escola e ficamos depois do horário na sala de aula. Entre uma conversa e outra, ele disse-me que tinha um segredo e queria dizer-me, mas pediu que eu jurasse por tudo o que é sagrado que não contaria nunca a ninguém. Prometi, claro, e depois de passar a confiança necessária a ele, soube do seu segredo. Entendo que, no ponto de vista de hoje, seu pedido de segredo fazia sentido, uma vez que socialmente é perturbador, porém à época não entendia muito bem o motivo. Ele revelou-me que, numa visita ao apartamento de sua irmã, soube por sua companheira de AP que ela não estava e que só chegaria à noite. Era início da tarde e, a pedido da amiga da irmã (de mesma idade dela, 24), ele decidiu esperá-la. Após 1 hora, enquanto assistia TV, ela surgiu completamente nua, ofegante, sentou-se no pufe à frente dele e começou a se masturbar, encarando-o. Ainda lembro a voz dele me contando: "(...) fiquei nervosão, mané, com o maior tesão, quase gozei só de ver aquilo...". Logo após, ela sentou-se em cima dele, virada pra ele (ele estava no sofá) e arrancou-lhe a roupa. Chupou-lhe muito e o "comeu", cavalgando-o extasiadamente. 

Dias depois, chocado, ele contou à irmã o que acontecera. Ela ficou furiosa, ele chorou. Depois elas discutiram em casa, mas após um tempinho tudo voltou a ficar bem entre elas. A irmã pediu-lhe para manter em segredo o que acontecera e não contar nunca para ninguém. Ela acrescentou que sua amiga tinha um "problema", ela adorava meninos de 13 a 15 anos, com espinhas no rosto, novinhos, e nunca namorou ninguém nem teve relações com meninos ou homens mais velhos que esta faixa. Ela simplesmente tinha tara em adolescentes e em uma ocasião fez com 4.

Quando ele me contou, fiquei extremamente excitado imaginando a cena. Fiquei embaraçado, mas queria perguntar-lhe sobre ela (a mulher). Na verdade, fiquei com tesão nela, mas imaginava que comigo nunca iria acontecer nada. Essa revelação rendeu-me várias masturbações. Algum tempo depois, talvez dois meses, fomos fazer um trabalho em grupo na casa delas, eu, M. e D. A irmã estaria lá, mas ela ligou, meio puta da vida, dizendo que teria que compensar horário no estágio e que só chegaria à noite. E deu dez mil recomendações para seu irmão e para sua amiga. Ela não falou nada conosco, obviamente por julgar que não sabíamos de nada.

Já na casa delas, meia hora depois, M. pediu licença e foi para o quarto dela e ficaram lá um tempo. Não estavam fazendo nada, mas sim conversando. Em seu íntimo, ele queria muito repetir a dose e provavelmente disse a ela que poderia rolar entre nós e que juraria manter segredo. Imagino que ela, ao ouvir a proposta de sigilo, deve ter ficado encharcada pela possibilidade de comer três garotos. Ele voltou algo como vinte minutos depois, e cobramos sua participação no trabalho. Ele falou para não esquentarmos. Dez minutos depois, ela surgiu, como antes, totalmente nua. Isso causou-me grande impacto. A pele alva, mas queimada de sol, seios grandes, peluda mas bem aparada nos lados (adoro). Os bicos dos seios duríssimos e a boca muito vermelha, não de batom, pois muitas mulheres quando estão excessivamente excitadas seus lábios ficam demasiadamente vermelhos. Ela nos arrastou para o tapete da sala, afastou a mesa de centro, nos despiu e, descontrolada, chupou-nos demais, até doía. Sugava com força, se tremia toda. Nós então, nem se fala... tremíamos demais de tanto tesão e confusão. Suspirei quando vi seu ânus, enquanto ela chupava D. e com a outra mão masturbava M. Me deu "ordem" de ser ativo, de lamber seu ânus. Pra mim era novidade e, já molhado (homens nesta idade também ficam molhados espontaneamente), deliciei-me em seu ânus. Lambi muito. Reparei como ela também estava molhada e como escorria seus líquidos pelas suas pernas. Na minha vez, enquanto me chupava, sentia que faltava-me o ar de tanto tesão. Doeu um pouco, o que me  incomodou, pois meu prepúcio foi rompido e houve um leve sangramento, visto que ela puxava a pele que recobria a glande com força. Ela nos comeu, um a um (usamos preservativo, ela tinha). Só M. não era virgem, já que tinha feito com ela antes. Gozei muito, mesmo doendo um pouquinho. 

Fomos embora atônitos e confusos, mas extremamente deliciados. Nunca mais fizemos. Mas em nosso imaginário, aquele pensamento inocente de conquista de uma garota (aquelas coisas que conversávamos no recreio, de conquista e tal) foi brutalmente sodomizado, juntamente conosco.

Aquela mulher arrancou nossos cabaços e a visão de conquistadores que tínhamos: em nossa primeira vez, nós é que fomos seduzidos, conquistados, usados, abusados, iniciados, chocados, gozados e, enfim, apresentados para a vida do sexo. Gozei anos a fio em minhas masturbações relembrando aquele dia. Soube no ano seguinte que ela se formou e voltou para SP. Ainda tenho a visão romântica da conquista, adoro conquistar uma mulher, de ser "predador". Mas a sensação de ser uma presa, de ser "pego" por uma mulher, de ser usado e abusado, é igualmente deliciosa. Aquela comedora tarada de garotinhos, definitivamente, marcou nossa sexualidade - a minha e de meus amigos.