Em breve!


Em breve estaremos disponibilizando uma matéria sobre as práticas sexuais no Japão. Eu e minha noiva somos extremamente fascinados pela maneira como os japoneses encaram os assuntos sexuais, como vivem e como praticam a coisa mais gostosa do mundo. Após um estudo de 3 meses, selecionamos imagens, vídeos e muita informação textual para você ficar a par dos aspectos curiosos e exóticos da cultura sexual nipônica. Esta matéria trata-se de um post bem longo, mas de fácil leitura, ricamente ilustrado com imagens e vídeos. Além de informativo, o teor apresentado será também opinativo, onde manifestaremos nossos pontos de vista sobre o assunto. Com toques de super produção, desejamos proporcionar-lhes momentos perturbadores e picantes com uma matéria imperdível. Aguardem!

Delicioso abuso de minha inocência

(Postado por Ele) Todos nós somos inseridos na vida sexual de forma mais ou menos semelhante, onde o que difere é a percepção (ou leitura) psicológica que inferimos dos fatos, percepção esta que ocasionalmente marca e direciona muitas pessoas em sua vida sexual futura.

Fui inserido de uma forma um pouco diferente da maioria dos meus amigos, pois não foi por uma namoradinha, nem prostituta. Aos 14 anos, estava na antiga 8ª série do 1º grau e sempre andava com um grupo de amigos. T., C, M, e D. Não, não pense que comecei minha vida sexual com relações homosexuais, nunca tive relações homo (sou e sempre fui hetero, mas não tenho nada contra homos). 

Continuando, eu e meus amigos sempre nos divertíamos no recreio e após as aulas, seja jogando jogos de tabuleiro, jogando no Atari ou mesmo jogando futebol. Conversávamos sobre meninas também, principalmente as gatas (raparigas) do colégio. Em nosso imaginário, sempre vimos as meninas como a parte passiva nas relações, ou seja, nós meninos é quem deveríamos cantá-las, seduzí-las, conquistá-las e, depois disso, uma vez namorando, deveríamos ser nós a iniciá-las nos  prazeres sexuais. Isso sempre foi muito claro para nós, meninos da minha idade. Um desse amigos, o M., tinha uma irmã bem mais velha, na faculdade. Mas não foi com ela que se deram os fatos. Nós estávamos na faixa dos 14 a 15 anos e ela tinha uns 24, algo como 10 anos de diferença. Ela estudava na UFRJ e morava em um um apartamento alugado que dividia com uma amiga, da mesma idade.

Num dia "cotidianamente normal", eu e M. estávamos fazendo um trabalho juntos na escola e ficamos depois do horário na sala de aula. Entre uma conversa e outra, ele disse-me que tinha um segredo e queria dizer-me, mas pediu que eu jurasse por tudo o que é sagrado que não contaria nunca a ninguém. Prometi, claro, e depois de passar a confiança necessária a ele, soube do seu segredo. Entendo que, no ponto de vista de hoje, seu pedido de segredo fazia sentido, uma vez que socialmente é perturbador, porém à época não entendia muito bem o motivo. Ele revelou-me que, numa visita ao apartamento de sua irmã, soube por sua companheira de AP que ela não estava e que só chegaria à noite. Era início da tarde e, a pedido da amiga da irmã (de mesma idade dela, 24), ele decidiu esperá-la. Após 1 hora, enquanto assistia TV, ela surgiu completamente nua, ofegante, sentou-se no pufe à frente dele e começou a se masturbar, encarando-o. Ainda lembro a voz dele me contando: "(...) fiquei nervosão, mané, com o maior tesão, quase gozei só de ver aquilo...". Logo após, ela sentou-se em cima dele, virada pra ele (ele estava no sofá) e arrancou-lhe a roupa. Chupou-lhe muito e o "comeu", cavalgando-o extasiadamente. 

Dias depois, chocado, ele contou à irmã o que acontecera. Ela ficou furiosa, ele chorou. Depois elas discutiram em casa, mas após um tempinho tudo voltou a ficar bem entre elas. A irmã pediu-lhe para manter em segredo o que acontecera e não contar nunca para ninguém. Ela acrescentou que sua amiga tinha um "problema", ela adorava meninos de 13 a 15 anos, com espinhas no rosto, novinhos, e nunca namorou ninguém nem teve relações com meninos ou homens mais velhos que esta faixa. Ela simplesmente tinha tara em adolescentes e em uma ocasião fez com 4.

Quando ele me contou, fiquei extremamente excitado imaginando a cena. Fiquei embaraçado, mas queria perguntar-lhe sobre ela (a mulher). Na verdade, fiquei com tesão nela, mas imaginava que comigo nunca iria acontecer nada. Essa revelação rendeu-me várias masturbações. Algum tempo depois, talvez dois meses, fomos fazer um trabalho em grupo na casa delas, eu, M. e D. A irmã estaria lá, mas ela ligou, meio puta da vida, dizendo que teria que compensar horário no estágio e que só chegaria à noite. E deu dez mil recomendações para seu irmão e para sua amiga. Ela não falou nada conosco, obviamente por julgar que não sabíamos de nada.

Já na casa delas, meia hora depois, M. pediu licença e foi para o quarto dela e ficaram lá um tempo. Não estavam fazendo nada, mas sim conversando. Em seu íntimo, ele queria muito repetir a dose e provavelmente disse a ela que poderia rolar entre nós e que juraria manter segredo. Imagino que ela, ao ouvir a proposta de sigilo, deve ter ficado encharcada pela possibilidade de comer três garotos. Ele voltou algo como vinte minutos depois, e cobramos sua participação no trabalho. Ele falou para não esquentarmos. Dez minutos depois, ela surgiu, como antes, totalmente nua. Isso causou-me grande impacto. A pele alva, mas queimada de sol, seios grandes, peluda mas bem aparada nos lados (adoro). Os bicos dos seios duríssimos e a boca muito vermelha, não de batom, pois muitas mulheres quando estão excessivamente excitadas seus lábios ficam demasiadamente vermelhos. Ela nos arrastou para o tapete da sala, afastou a mesa de centro, nos despiu e, descontrolada, chupou-nos demais, até doía. Sugava com força, se tremia toda. Nós então, nem se fala... tremíamos demais de tanto tesão e confusão. Suspirei quando vi seu ânus, enquanto ela chupava D. e com a outra mão masturbava M. Me deu "ordem" de ser ativo, de lamber seu ânus. Pra mim era novidade e, já molhado (homens nesta idade também ficam molhados espontaneamente), deliciei-me em seu ânus. Lambi muito. Reparei como ela também estava molhada e como escorria seus líquidos pelas suas pernas. Na minha vez, enquanto me chupava, sentia que faltava-me o ar de tanto tesão. Doeu um pouco, o que me  incomodou, pois meu prepúcio foi rompido e houve um leve sangramento, visto que ela puxava a pele que recobria a glande com força. Ela nos comeu, um a um (usamos preservativo, ela tinha). Só M. não era virgem, já que tinha feito com ela antes. Gozei muito, mesmo doendo um pouquinho. 

Fomos embora atônitos e confusos, mas extremamente deliciados. Nunca mais fizemos. Mas em nosso imaginário, aquele pensamento inocente de conquista de uma garota (aquelas coisas que conversávamos no recreio, de conquista e tal) foi brutalmente sodomizado, juntamente conosco.

Aquela mulher arrancou nossos cabaços e a visão de conquistadores que tínhamos: em nossa primeira vez, nós é que fomos seduzidos, conquistados, usados, abusados, iniciados, chocados, gozados e, enfim, apresentados para a vida do sexo. Gozei anos a fio em minhas masturbações relembrando aquele dia. Soube no ano seguinte que ela se formou e voltou para SP. Ainda tenho a visão romântica da conquista, adoro conquistar uma mulher, de ser "predador". Mas a sensação de ser uma presa, de ser "pego" por uma mulher, de ser usado e abusado, é igualmente deliciosa. Aquela comedora tarada de garotinhos, definitivamente, marcou nossa sexualidade - a minha e de meus amigos.

Ensaio sobre a mangueira

(Postado por Ela) Começou aos 9 anos. De maneira inocente, quase sem querer, descobri algo que me perturbava abaixo da barriga. Até então, enquanto menina, só a usava para fazer xixi. Mas o jatinho do chuveiro me deixou confusa. Sabia que algo estava errado. Mas como muitas outras coisas, tudo o que é errado tende a ser bom, muito, muito bom. E continuei. O jato do chuveirinho estava relativamente forte e me fez tremer e soltar um gemidinho, meio infantil, meio mulher. Estranhei minhas sensações e reações mas foi bom. E deixei rolar.

Meu vício - torturada pelo prazer
Continuei no dia seguinte, no outro e, após uma semana, minha mãe já batia na porta, dizendo que eu estava a demorar muito no banho. Eu ignorava. Só o que me importava era a sensação, a massagem no corpo e o mix de novas, prazerosas e confusas sensações. Ainda não tinha começado a menstruar, ocorrência que julguei muito menos espantosa e perturbadora. Isso se daria dois anos depois; mas o chuveirinho sim, foi muito mais revelador de mim.

Posso dizer que minha vida ali dividiu-se em A.C e D.C: Antes do Chuveirinho e Depois do Chuveirinho. Aquela cabeça de plástico numa mangueira de borracha transformou muita gente (soube depois), amigas minhas, todas iniciadas nesse órgão. Os fabricantes de materiais de construção para banheiros não têm ideia do uso epidêmico que fazem de seus produtos, do que eles causam. Não sabem o que eles transformam. Mesmo que saibam, ainda assim sua compreensão é inadequada e muito distante da realidade. Só nós sabemos o que fazemos com a porta fechada. Eles só podem pobremente imaginar.

Já soube de chuveirinhos que romperam hímens de amigas, que fizeram sangrar a mais delicadas das vaginas, tal a força e a potência de alguns jatos. E fizeram - e ainda fazem - mulher a mais inocente das meninas. Não digo física, mas psicologicamente. Além disso - e isso os fabricantes talvez não saibam - são viciantes, são narcóticos mecânicos que viciam aquelas de resistência emocional mais fraca (ou lascívia mais forte). Ficamos dependentes de seus produtos e usamos e usamos e usamos, cada vez mais.

Entretanto, quero aqui enfatizar de maneira veemente, não sexualizamos o chuveirinho. Quero dizer, não o associamos à cópula, ao coito, à trepada, à foda, ao sexual em si. Não, nada disso. O chuveirinho, em nossa iniciação juvenil - e porque não, pueril - é somente algo aproximado a um vibrador. Que vibra, com potência hidráulica impressionante, fazendo tremer e vibrar nossa pele, nossa carne, nossos lábios, nossos nervos, nossas sensações. A trepidação do contato do jato em nós nos faz descobrir um mundo novo. Os meninos do colégio ainda não povoavam nossa imaginação e sei que muitas de nós nem pensavam nisso. mas no jato sim. Voltávamos do colégio, ou de onde quer que fosse, loucas pra "tomar banho". Queríamos nos fechar em nosso banheiro, nosso motel particular, para sentir sensações "subversivas", socialmente (paternalmente) reprováveis.

Com o tempo, e em conversas com as amiguinhas, soubemos que o pênis poderia nos proporcionar prazeres semelhantes. Crescíamos, olhávamos os meninos, seus volumes e fantasiávamos. Mas logo de volta à casa, lá estava o chuveirinho, a mangueira, a apagar nosso fogo. Tesão de dia na escola, olhando os meninos, chuveirinho amigo de tarde, pra apagar o fogo.

Na idade adulta, muitas de nós já têm o chuveirinho como uma engraçada e curiosa lembrança. Sim, porque mesmo o chuveirinho já não mais pôde satisfazer-nos. Ao final da adolescência, ou seja, em estado lascivo bruto, só pensamos em dar, dar e dar. Aprimoramos nossas técnicas "masturbativas"; o chuveirinho foi só a iniciação. Aprendemos a tocar-nos com o dedo, ou com os dedos. Essa é a fase seguinte. Depois, objetos. Tudo isso ainda no escopo da masturbação, pois por mais que transássemos com os meninos, déssemos pros nossos namoradinhos, nada ainda se compararia à perícia técnica que temos ante nosso corpo. E a tendência é a evolução - seja rápida ou demorada - onde o limite é a imaginação e a habilidade manual.

Durante a masturbação chego a espumar
Dito isso, confesso que hoje sou escrava de meus desejos masturbacionais. Gosto de colocar - e também que meu noivo coloque - objetos e, logicamente, o pênis em mim, mas sou louca, louca, louca, viciada, dependente da masturbação tradicional. Hoje, já feita mulher, óbvio que associo masturbação e a sensação do toque ao sexo, imagino cenas, lembro de trepadas, fantasio situações. Mas meu dedo continua a me tocar, freneticamente, a fazer o papel do chuveirinho de mangueira. Me masturbo muito durante à noite e no banho, até hoje. Todos os dias. Me causa tesão, inclusive, revelar isso a vocês. E mesmo durante o ato sexual, enquanto me dou freneticamente ao parceiro, adoro me masturbar.

Imagino plateias de homens me vendo, meu noivo inclusive, e eu toda aberta, me oferecendo a seus olhos, a contemplar suas punhetas. Gosto de ver olhares de desejo, e também gosto que pensem que ali, bem em frente a eles, há uma fêmea ardendo, molhada, trêmula e latejante em oferta, ali mesmo, em frente, vulnerável, intumescida, ofegante. E sempre que me masturbo, como pode-se ver na foto acima, fico espumando de tesão. Parece mesmo que ejacularam em mim, mas não... sou assim, fico úmida mesmo: a siririca cria a espuma, que escorre de mim, como clara de ovo ao ser repetidamente batida. Meu noivo adora lamber, adora sentir meus líquidos nele, em seu corpo, em sua boca, em sua língua. E eu, mesmo ciente de sua tara e êxtase ao me usar, não importa o que ele faça, ainda sigo tocando frenética e egoisticamente a minha boa e velha companheira siririca, gozando e gritando da forma mais plena que, ao longo desses anos, minha experiência aprimorou.

Insuportável tesão matinal

(Postado por Ela) Acordei hoje mais excitada que o normal, talvez porque ficarei menstruada nos próximos dias. Nesta fase, não aguento a intensidade do tesão que sinto. Dormi na casa do meu noivo e, logo de manhã, nem esperei ele acordar. Comecei passando a mão pelo seu corpo e, quando acordou, eu já estava com a boca sugando freneticamente seu membro, que passou do estado de repouso ao estado ereto em segundos. Quando ele tentou falar algo, tapei sua boca com um beijo colante, molhado e voraz. Não cabia em mim! Voltei para o objeto de meu interesse principal, seu membro, que continuei a abocanhar enquanto ele, calado, confuso e ainda sonolento, permanecia entregue aos meus dolos.

Foto tirada hoje (04-set-2011) pela manhã
Temos o hábito de dormir nus, com nossas pernas e braços em cima do outro, sentindo mutuamente nossos corpos a noite inteira. Acreditem, dormimos muito bem assim. Dessa forma, sempre estamos prontos para eventuali-dades como essa de hoje de manhã e, além disso, nossa máquina fotográfica fica constantemente na cabeceira para que possamos registrar o flagrante. Após uns cinco minutos de intensa chupada, pedi que ele me penetrasse. Nessa altura, ele já estava desperto e enlouquecido de tesão. Me xingou (adoro) e me possuiu como sempre faz, dessa vez mais "animalizado". Sabe aquelas fodinhas matinais que geralmente duram quinze minutos? Esqueçam... Durou quase uma hora, com ele me xingando e ao mesmo tempo me mimando e eu gritando muito. Sim, adoro gritar, e no apartamento dele (ele é meu noive e ainda não moro com ele) posso gritar à vontade.



Começamos fazendo de lado e depois de quatro, posição que adoro, onde ele me estocava como uma máquina perfuradora de solos, o incrível era o barulho que fazia, tão forte era a estocada. E segui gritando, gemendo e xingando-o também. Como meu tesão estava insuportável, perdi um pouco a cabeça e disse para ele não parar e continuar por horas. Disse a ele que queria muito naquele momento uma fila de homens para me comer de quatro, pois estava ensandecida. E ele gemia cada vez mais de tesão. Gozei muito, primeiro do que ele, e gritei tanto que quase cheguei a chorar. Foi demais, demais, demais. Mais uns trinta segundos ele jorrou dentro de mim, como sempre gosta de fazer, me inundando por dentro, misturando seus líquidos aos meus. Caímos de exaustão, não só de cansaço mas também de prazer. Ficamos mais uns dez minutos em silêncio, nos sentindo, colados um ao outro. E, quando levantamos, partimos para nossos afazeres da vida. Saciados mas querendo mais... sempre mais!

Swingers Party - ep.1

(Postado por ambos) Temos uns poucos amigos pessoais que dizem curtir swing e dizem que pretendem fazer a "iniciação". Perguntam-nos coisas e mais coisas, são bastante curiosos. Achamos legal, pois nos perguntam com muita curiosidade e ouvem com atenção. Não nos tratam como "exóticos". Respeitam e até admiram nossa coragem. Tanto os homens quanto as mulheres, mais novos ou mais velhos. Talvez por um simples motivo: Sexo é universal e a vontade e curiosidade também. É do ser humano!

Quando conversamos, sempre cito um programa (e aqui vai uma propaganda) do canal Multishow, o Swingers Party. Esse programa trata com bastante profissionalismo e irreverência temas como swing, festas entre casais, trocas, masturbação etc. Com muitas entrevistas e filmagens in loco, foi por ele, por exemplo, que desencanamos com questões como troca, liberalidade, bi feminino etc. Sempre indico aos nossos amigos. O programa é exibido em dias de semana, após à meia noite.

Em alguns episódios, vimos entrevistas interessantíssimas, onde os entrevistados diziam que a prática do swing era um estilo de vida diferenciado, sem grilos e "nóias". Quando se têm dois ou mais casais, amigos, não rola de um achar que "pegou" a mulher do outro, ou a mulher que "pegou" o marido de uma: não há uma lei de "vantagem", não se infringem regras, não há adultério. Só diversão com respeito. Sim, respeito! Pois mesmo numa situação de troca, o que há é o divertimento sexual. Saindo dali, são amigos e cada um conserva seu caráter, sua respeitabilidade, sua moral.

Ainda segundo o programa, 30 milhões de americanos (EUA, pop. 290 milhões) praticam o swing ou atividades afins, o que vale dizer, quase 10% dos EUA o fazem. Pensando assim, são 3 vezes a população de Portugal. Sim, 3 Portugais, só nos EUA. Não há conflitos. Os praticantes formam confrarias, com amigos e pessoas íntimas em que muitas vezes não encontram correspondentes entre os não praticantes. São dados interessantes. Temos percebido, chegados aos 30 anos, que a sociedade de hoje é um pouco diferente da dos anos 80. Mais liberal, mas não menos responsável. Há mais "diversão" sincera. Óbvio que ainda tem muita gente imbecil e despreparada (em todos os sentidos). Ainda há muitos mal alfabetizados e mal-educados, por exemplo. Nesse meio há que se peneirar, e muito.

Nós aqui em Niterói, por exemplo, temos alguns poucos amigos, de bom nível, interessantes, que despertam nossa vontade e ao mesmo tempo nos fazem respeitá-los, admirá-los e desejá-los. Eles nos fazem perpetuar nossos sonhos e devaneios, fazem-nos acreditar que vale a pena e, diante disso, podemos dizer aos outros nossos amigos ainda não-iniciados - mas interessados - que "sim, vale a pena começar!" Por isso, agradecemos a pessoas como esses amigos e, porque não, ao Multishow, por suas elucidativas reportagens.

Sessão de fotos para o SCC

Ajude-nos a eleger um tema para a próxima sessão de fotos a ser postada no Sexo com Café. Selecionamos 4 temas a serem escolhidos por nossos visitantes, que podem ser visualizados ao lado. Agradecemos sua participação.

Pensamentos

Ela: “Como boa taurina, quando em transe erótico, uso os 5 sentidos: gosto de um bom cheiro, um bom perfume; os toques têm de ser quentes, sedosos, sensuais; gosto de sentir nos lábios peles, pelos e mucosas úmidas, exalando tesão; gosto de ver ambientes atraentes, com pouca luz, valorizando os corpos ardentes; e gosto de ouvir sussuros e gemidos de êxtase, com música suave como pano de fundo. No ambiente, flores, lençóis e aromas me alucinam e despertam o dragão escondido em mim”

Ele: “O ser feminino deve ser vivido e sentido primeiro na alma e depois no corpo. Quando o vejo, há o desejo, o mistério do porvir, a iminência de sensações que me tiram da realidade e fazem-me fundir com o Uno. O ser feminino é um altar, onde seu corpo deve ser adorado, admirado, untado e besuntado, além de sentido e tocado com reverência e convicção; e sua alma, unida à minha no éter da cumplicidade. Sou escorpiano e "Erotismo", para mim, é uma religião.”

Sobre o Blog









Sejam bem vindos.

Instituímos esse blog para relatar nossa vida sexual a quem interessar, sejam amigos ou curiosos. As atualizações não têm frequência definida e serão postadas tão logo tenhamos algo a dizer ou a mostrar. Todas as fotos e filmes aqui publicados foram e serão produzidos exclusivamente por nós e serão marcados com nosso nick (ksal icarai nit), de modo a evitar cópias. Todos os textos são originais e produzidos por nós, onde serão relatados nossas experiências, vontades, fantasias e desejos.

Esperamos que, de alguma forma, possamos contribuir para o seu deleite e entretenimento, assim como desejamos seu respeito e cordialidade na interação conosco. Somos um casal jovem, dinâmico, de bom nível, temos nossas profissões e vida social agitada, mas como temos o erotismo como estilo de vida, tencionamos atualizar este blog tão logo surjam insumos para tal, seja na postagem de fotos, vídeos e textos longos ou mesmo pensamentos curtos, de momento. Beijos e abraços a todos o que nos visitarem.