Mostrando postagens com marcador Masturbação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Masturbação. Mostrar todas as postagens

...de volta...

Depois de um tempo, em que os estudos e trabalhos nos privaram de nossas delícias, voltamos e, de brinde, deixamos um ensaio para vocês.

Com tesão, não consigo nem pensar direito!

Gostaram das minhas formas?

Fonte do prazer!

Panorâmica 1

Panorâmica 2

À vontade, em meus delírios...

Que delícia!

Delicioso abuso de minha inocência

(Postado por Ele) Todos nós somos inseridos na vida sexual de forma mais ou menos semelhante, onde o que difere é a percepção (ou leitura) psicológica que inferimos dos fatos, percepção esta que ocasionalmente marca e direciona muitas pessoas em sua vida sexual futura.

Fui inserido de uma forma um pouco diferente da maioria dos meus amigos, pois não foi por uma namoradinha, nem prostituta. Aos 14 anos, estava na antiga 8ª série do 1º grau e sempre andava com um grupo de amigos. T., C, M, e D. Não, não pense que comecei minha vida sexual com relações homosexuais, nunca tive relações homo (sou e sempre fui hetero, mas não tenho nada contra homos). 

Continuando, eu e meus amigos sempre nos divertíamos no recreio e após as aulas, seja jogando jogos de tabuleiro, jogando no Atari ou mesmo jogando futebol. Conversávamos sobre meninas também, principalmente as gatas (raparigas) do colégio. Em nosso imaginário, sempre vimos as meninas como a parte passiva nas relações, ou seja, nós meninos é quem deveríamos cantá-las, seduzí-las, conquistá-las e, depois disso, uma vez namorando, deveríamos ser nós a iniciá-las nos  prazeres sexuais. Isso sempre foi muito claro para nós, meninos da minha idade. Um desse amigos, o M., tinha uma irmã bem mais velha, na faculdade. Mas não foi com ela que se deram os fatos. Nós estávamos na faixa dos 14 a 15 anos e ela tinha uns 24, algo como 10 anos de diferença. Ela estudava na UFRJ e morava em um um apartamento alugado que dividia com uma amiga, da mesma idade.

Num dia "cotidianamente normal", eu e M. estávamos fazendo um trabalho juntos na escola e ficamos depois do horário na sala de aula. Entre uma conversa e outra, ele disse-me que tinha um segredo e queria dizer-me, mas pediu que eu jurasse por tudo o que é sagrado que não contaria nunca a ninguém. Prometi, claro, e depois de passar a confiança necessária a ele, soube do seu segredo. Entendo que, no ponto de vista de hoje, seu pedido de segredo fazia sentido, uma vez que socialmente é perturbador, porém à época não entendia muito bem o motivo. Ele revelou-me que, numa visita ao apartamento de sua irmã, soube por sua companheira de AP que ela não estava e que só chegaria à noite. Era início da tarde e, a pedido da amiga da irmã (de mesma idade dela, 24), ele decidiu esperá-la. Após 1 hora, enquanto assistia TV, ela surgiu completamente nua, ofegante, sentou-se no pufe à frente dele e começou a se masturbar, encarando-o. Ainda lembro a voz dele me contando: "(...) fiquei nervosão, mané, com o maior tesão, quase gozei só de ver aquilo...". Logo após, ela sentou-se em cima dele, virada pra ele (ele estava no sofá) e arrancou-lhe a roupa. Chupou-lhe muito e o "comeu", cavalgando-o extasiadamente. 

Dias depois, chocado, ele contou à irmã o que acontecera. Ela ficou furiosa, ele chorou. Depois elas discutiram em casa, mas após um tempinho tudo voltou a ficar bem entre elas. A irmã pediu-lhe para manter em segredo o que acontecera e não contar nunca para ninguém. Ela acrescentou que sua amiga tinha um "problema", ela adorava meninos de 13 a 15 anos, com espinhas no rosto, novinhos, e nunca namorou ninguém nem teve relações com meninos ou homens mais velhos que esta faixa. Ela simplesmente tinha tara em adolescentes e em uma ocasião fez com 4.

Quando ele me contou, fiquei extremamente excitado imaginando a cena. Fiquei embaraçado, mas queria perguntar-lhe sobre ela (a mulher). Na verdade, fiquei com tesão nela, mas imaginava que comigo nunca iria acontecer nada. Essa revelação rendeu-me várias masturbações. Algum tempo depois, talvez dois meses, fomos fazer um trabalho em grupo na casa delas, eu, M. e D. A irmã estaria lá, mas ela ligou, meio puta da vida, dizendo que teria que compensar horário no estágio e que só chegaria à noite. E deu dez mil recomendações para seu irmão e para sua amiga. Ela não falou nada conosco, obviamente por julgar que não sabíamos de nada.

Já na casa delas, meia hora depois, M. pediu licença e foi para o quarto dela e ficaram lá um tempo. Não estavam fazendo nada, mas sim conversando. Em seu íntimo, ele queria muito repetir a dose e provavelmente disse a ela que poderia rolar entre nós e que juraria manter segredo. Imagino que ela, ao ouvir a proposta de sigilo, deve ter ficado encharcada pela possibilidade de comer três garotos. Ele voltou algo como vinte minutos depois, e cobramos sua participação no trabalho. Ele falou para não esquentarmos. Dez minutos depois, ela surgiu, como antes, totalmente nua. Isso causou-me grande impacto. A pele alva, mas queimada de sol, seios grandes, peluda mas bem aparada nos lados (adoro). Os bicos dos seios duríssimos e a boca muito vermelha, não de batom, pois muitas mulheres quando estão excessivamente excitadas seus lábios ficam demasiadamente vermelhos. Ela nos arrastou para o tapete da sala, afastou a mesa de centro, nos despiu e, descontrolada, chupou-nos demais, até doía. Sugava com força, se tremia toda. Nós então, nem se fala... tremíamos demais de tanto tesão e confusão. Suspirei quando vi seu ânus, enquanto ela chupava D. e com a outra mão masturbava M. Me deu "ordem" de ser ativo, de lamber seu ânus. Pra mim era novidade e, já molhado (homens nesta idade também ficam molhados espontaneamente), deliciei-me em seu ânus. Lambi muito. Reparei como ela também estava molhada e como escorria seus líquidos pelas suas pernas. Na minha vez, enquanto me chupava, sentia que faltava-me o ar de tanto tesão. Doeu um pouco, o que me  incomodou, pois meu prepúcio foi rompido e houve um leve sangramento, visto que ela puxava a pele que recobria a glande com força. Ela nos comeu, um a um (usamos preservativo, ela tinha). Só M. não era virgem, já que tinha feito com ela antes. Gozei muito, mesmo doendo um pouquinho. 

Fomos embora atônitos e confusos, mas extremamente deliciados. Nunca mais fizemos. Mas em nosso imaginário, aquele pensamento inocente de conquista de uma garota (aquelas coisas que conversávamos no recreio, de conquista e tal) foi brutalmente sodomizado, juntamente conosco.

Aquela mulher arrancou nossos cabaços e a visão de conquistadores que tínhamos: em nossa primeira vez, nós é que fomos seduzidos, conquistados, usados, abusados, iniciados, chocados, gozados e, enfim, apresentados para a vida do sexo. Gozei anos a fio em minhas masturbações relembrando aquele dia. Soube no ano seguinte que ela se formou e voltou para SP. Ainda tenho a visão romântica da conquista, adoro conquistar uma mulher, de ser "predador". Mas a sensação de ser uma presa, de ser "pego" por uma mulher, de ser usado e abusado, é igualmente deliciosa. Aquela comedora tarada de garotinhos, definitivamente, marcou nossa sexualidade - a minha e de meus amigos.

Ensaio sobre a mangueira

(Postado por Ela) Começou aos 9 anos. De maneira inocente, quase sem querer, descobri algo que me perturbava abaixo da barriga. Até então, enquanto menina, só a usava para fazer xixi. Mas o jatinho do chuveiro me deixou confusa. Sabia que algo estava errado. Mas como muitas outras coisas, tudo o que é errado tende a ser bom, muito, muito bom. E continuei. O jato do chuveirinho estava relativamente forte e me fez tremer e soltar um gemidinho, meio infantil, meio mulher. Estranhei minhas sensações e reações mas foi bom. E deixei rolar.

Meu vício - torturada pelo prazer
Continuei no dia seguinte, no outro e, após uma semana, minha mãe já batia na porta, dizendo que eu estava a demorar muito no banho. Eu ignorava. Só o que me importava era a sensação, a massagem no corpo e o mix de novas, prazerosas e confusas sensações. Ainda não tinha começado a menstruar, ocorrência que julguei muito menos espantosa e perturbadora. Isso se daria dois anos depois; mas o chuveirinho sim, foi muito mais revelador de mim.

Posso dizer que minha vida ali dividiu-se em A.C e D.C: Antes do Chuveirinho e Depois do Chuveirinho. Aquela cabeça de plástico numa mangueira de borracha transformou muita gente (soube depois), amigas minhas, todas iniciadas nesse órgão. Os fabricantes de materiais de construção para banheiros não têm ideia do uso epidêmico que fazem de seus produtos, do que eles causam. Não sabem o que eles transformam. Mesmo que saibam, ainda assim sua compreensão é inadequada e muito distante da realidade. Só nós sabemos o que fazemos com a porta fechada. Eles só podem pobremente imaginar.

Já soube de chuveirinhos que romperam hímens de amigas, que fizeram sangrar a mais delicadas das vaginas, tal a força e a potência de alguns jatos. E fizeram - e ainda fazem - mulher a mais inocente das meninas. Não digo física, mas psicologicamente. Além disso - e isso os fabricantes talvez não saibam - são viciantes, são narcóticos mecânicos que viciam aquelas de resistência emocional mais fraca (ou lascívia mais forte). Ficamos dependentes de seus produtos e usamos e usamos e usamos, cada vez mais.

Entretanto, quero aqui enfatizar de maneira veemente, não sexualizamos o chuveirinho. Quero dizer, não o associamos à cópula, ao coito, à trepada, à foda, ao sexual em si. Não, nada disso. O chuveirinho, em nossa iniciação juvenil - e porque não, pueril - é somente algo aproximado a um vibrador. Que vibra, com potência hidráulica impressionante, fazendo tremer e vibrar nossa pele, nossa carne, nossos lábios, nossos nervos, nossas sensações. A trepidação do contato do jato em nós nos faz descobrir um mundo novo. Os meninos do colégio ainda não povoavam nossa imaginação e sei que muitas de nós nem pensavam nisso. mas no jato sim. Voltávamos do colégio, ou de onde quer que fosse, loucas pra "tomar banho". Queríamos nos fechar em nosso banheiro, nosso motel particular, para sentir sensações "subversivas", socialmente (paternalmente) reprováveis.

Com o tempo, e em conversas com as amiguinhas, soubemos que o pênis poderia nos proporcionar prazeres semelhantes. Crescíamos, olhávamos os meninos, seus volumes e fantasiávamos. Mas logo de volta à casa, lá estava o chuveirinho, a mangueira, a apagar nosso fogo. Tesão de dia na escola, olhando os meninos, chuveirinho amigo de tarde, pra apagar o fogo.

Na idade adulta, muitas de nós já têm o chuveirinho como uma engraçada e curiosa lembrança. Sim, porque mesmo o chuveirinho já não mais pôde satisfazer-nos. Ao final da adolescência, ou seja, em estado lascivo bruto, só pensamos em dar, dar e dar. Aprimoramos nossas técnicas "masturbativas"; o chuveirinho foi só a iniciação. Aprendemos a tocar-nos com o dedo, ou com os dedos. Essa é a fase seguinte. Depois, objetos. Tudo isso ainda no escopo da masturbação, pois por mais que transássemos com os meninos, déssemos pros nossos namoradinhos, nada ainda se compararia à perícia técnica que temos ante nosso corpo. E a tendência é a evolução - seja rápida ou demorada - onde o limite é a imaginação e a habilidade manual.

Durante a masturbação chego a espumar
Dito isso, confesso que hoje sou escrava de meus desejos masturbacionais. Gosto de colocar - e também que meu noivo coloque - objetos e, logicamente, o pênis em mim, mas sou louca, louca, louca, viciada, dependente da masturbação tradicional. Hoje, já feita mulher, óbvio que associo masturbação e a sensação do toque ao sexo, imagino cenas, lembro de trepadas, fantasio situações. Mas meu dedo continua a me tocar, freneticamente, a fazer o papel do chuveirinho de mangueira. Me masturbo muito durante à noite e no banho, até hoje. Todos os dias. Me causa tesão, inclusive, revelar isso a vocês. E mesmo durante o ato sexual, enquanto me dou freneticamente ao parceiro, adoro me masturbar.

Imagino plateias de homens me vendo, meu noivo inclusive, e eu toda aberta, me oferecendo a seus olhos, a contemplar suas punhetas. Gosto de ver olhares de desejo, e também gosto que pensem que ali, bem em frente a eles, há uma fêmea ardendo, molhada, trêmula e latejante em oferta, ali mesmo, em frente, vulnerável, intumescida, ofegante. E sempre que me masturbo, como pode-se ver na foto acima, fico espumando de tesão. Parece mesmo que ejacularam em mim, mas não... sou assim, fico úmida mesmo: a siririca cria a espuma, que escorre de mim, como clara de ovo ao ser repetidamente batida. Meu noivo adora lamber, adora sentir meus líquidos nele, em seu corpo, em sua boca, em sua língua. E eu, mesmo ciente de sua tara e êxtase ao me usar, não importa o que ele faça, ainda sigo tocando frenética e egoisticamente a minha boa e velha companheira siririca, gozando e gritando da forma mais plena que, ao longo desses anos, minha experiência aprimorou.