(Postado por Ela) Começou aos 9 anos. De maneira inocente, quase sem querer, descobri algo que me perturbava abaixo da barriga. Até então, enquanto menina, só a usava para fazer xixi. Mas o jatinho do chuveiro me deixou confusa. Sabia que algo estava errado. Mas como muitas outras coisas, tudo o que é errado tende a ser bom, muito, muito bom. E continuei. O jato do chuveirinho estava relativamente forte e me fez tremer e soltar um gemidinho, meio infantil, meio mulher. Estranhei minhas sensações e reações mas foi bom. E deixei rolar.
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| Meu vício - torturada pelo prazer |
Continuei no dia seguinte, no outro e, após uma semana, minha mãe já batia na porta, dizendo que eu estava a demorar muito no banho. Eu ignorava. Só o que me importava era a sensação, a massagem no corpo e o
mix de novas, prazerosas e confusas sensações. Ainda não tinha começado a menstruar, ocorrência que julguei muito menos espantosa e perturbadora. Isso se daria dois anos depois; mas o chuveirinho sim, foi muito mais revelador de mim.
Posso dizer que minha vida ali dividiu-se em A.C e D.C: Antes do Chuveirinho e Depois do Chuveirinho. Aquela cabeça de plástico numa mangueira de borracha transformou muita gente (soube depois), amigas minhas, todas iniciadas nesse órgão. Os fabricantes de materiais de construção para banheiros não têm ideia do uso epidêmico que fazem de seus produtos, do que eles causam. Não sabem o que eles transformam. Mesmo que saibam, ainda assim sua compreensão é inadequada e muito distante da realidade. Só nós sabemos o que fazemos com a porta fechada. Eles só podem pobremente imaginar.
Já soube de chuveirinhos que romperam hímens de amigas, que fizeram sangrar a mais delicadas das vaginas, tal a força e a potência de alguns jatos. E fizeram - e ainda fazem - mulher a mais inocente das meninas. Não digo física, mas psicologicamente. Além disso - e isso os fabricantes talvez não saibam - são viciantes, são narcóticos mecânicos que viciam aquelas de resistência emocional mais fraca (ou lascívia mais forte). Ficamos dependentes de seus produtos e usamos e usamos e usamos, cada vez mais.
Entretanto, quero aqui enfatizar de maneira veemente, não sexualizamos o chuveirinho. Quero dizer, não o associamos à cópula, ao coito, à trepada, à foda, ao sexual em si. Não, nada disso. O chuveirinho, em nossa iniciação juvenil - e porque não, pueril - é somente algo aproximado a um vibrador. Que vibra, com potência hidráulica impressionante, fazendo tremer e vibrar nossa pele, nossa carne, nossos lábios, nossos nervos, nossas sensações. A trepidação do contato do jato em nós nos faz descobrir um mundo novo. Os meninos do colégio ainda não povoavam nossa imaginação e sei que muitas de nós nem pensavam nisso. mas no jato sim. Voltávamos do colégio, ou de onde quer que fosse, loucas pra "tomar banho". Queríamos nos fechar em nosso banheiro, nosso motel particular, para sentir sensações "subversivas", socialmente (paternalmente) reprováveis.
Com o tempo, e em conversas com as amiguinhas, soubemos que o pênis poderia nos proporcionar prazeres semelhantes. Crescíamos, olhávamos os meninos, seus volumes e fantasiávamos. Mas logo de volta à casa, lá estava o chuveirinho, a mangueira, a apagar nosso fogo. Tesão de dia na escola, olhando os meninos, chuveirinho amigo de tarde, pra apagar o fogo.
Na idade adulta, muitas de nós já têm o chuveirinho como uma engraçada e curiosa lembrança. Sim, porque mesmo o chuveirinho já não mais pôde satisfazer-nos. Ao final da adolescência, ou seja, em estado lascivo bruto, só pensamos em dar, dar e dar. Aprimoramos nossas técnicas "masturbativas"; o chuveirinho foi só a iniciação. Aprendemos a tocar-nos com o dedo, ou com os dedos. Essa é a fase seguinte. Depois, objetos. Tudo isso ainda no escopo da masturbação, pois por mais que transássemos com os meninos, déssemos pros nossos namoradinhos, nada ainda se compararia à perícia técnica que temos ante nosso corpo. E a tendência é a evolução - seja rápida ou demorada - onde o limite é a imaginação e a habilidade manual.
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| Durante a masturbação chego a espumar |
Dito isso, confesso que hoje sou escrava de meus desejos masturbacionais. Gosto de colocar - e também que meu noivo coloque - objetos e, logicamente, o pênis em mim, mas sou louca, louca, louca, viciada, dependente da masturbação tradicional. Hoje, já feita mulher, óbvio que associo masturbação e a sensação do toque ao sexo, imagino cenas, lembro de trepadas, fantasio situações. Mas meu dedo continua a me tocar, freneticamente, a fazer o papel do chuveirinho de mangueira. Me masturbo muito durante à noite e no banho, até hoje. Todos os dias. Me causa tesão, inclusive, revelar isso a vocês. E mesmo durante o ato sexual, enquanto me dou freneticamente ao parceiro, adoro me masturbar.
Imagino plateias de homens me vendo, meu noivo inclusive, e eu toda aberta, me oferecendo a seus olhos, a contemplar suas punhetas. Gosto de ver olhares de desejo, e também gosto que pensem que ali, bem em frente a eles, há uma fêmea ardendo, molhada, trêmula e latejante em oferta, ali mesmo, em frente, vulnerável, intumescida, ofegante. E sempre que me masturbo, como pode-se ver na foto acima, fico espumando de tesão. Parece mesmo que ejacularam em mim, mas não... sou assim, fico úmida mesmo: a siririca cria a espuma, que escorre de mim, como clara de ovo ao ser repetidamente batida. Meu noivo adora lamber, adora sentir meus líquidos nele, em seu corpo, em sua boca, em sua língua. E eu, mesmo ciente de sua tara e êxtase ao me usar, não importa o que ele faça, ainda sigo tocando frenética e egoisticamente a minha boa e velha companheira siririca, gozando e gritando da forma mais plena que, ao longo desses anos, minha experiência aprimorou.